Sonhos de Liberdade

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Tal como vos havia confidenciado num anterior momento literário, oiço frequentemente quem discorra sobre a excessiva pessoalidade da minha escrita. Não obstante, penso que tal me aproxima de vós, leitores, e pretendo com sinceridade continuar a recorrer à mesma para consolidar este nosso vínculo singular. Volto-me para o passado. O meu pungente outrora. Bem sei que não …

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Não foi, de todo, intencional Quedar-me nesse terno olhar. Juro que não foi proposital ! Pois, quem haveria de cogitar Que dois corações de cristal Desabassem ali naquele cruzar De contemplação impetuosa? Afinal, quem haveria de ocasionar Que de tamanho estilhaçar Resultasse tal obra insidiosa?!